Módulo METER BARO

GUIA DO INTEGRADOR BARO
DESCRIÇÃO DO SENSOR
O Módulo BARO é um barômetro preciso para compensar as medições de potencial matricial dos tensiômetros TEROS 31 e TEROS 32. O Módulo BARO pode ser usado como um sensor independente para compensar um ou mais tensiômetros em um local de medição, ou como um conversor digital/analógico para compensar o valor de um TEROS 31 ou TEROS 32 conectado e converter o sinal SDI-12 em um valor analógico.tagSaída e (somente versão de 8 pinos). A combinação do Módulo BARO com o TEROS 32 pode ser usada como substituto do tensiômetro T8. Para uma descrição mais detalhada de como este sensor realiza as medições, consulte o Manual do Usuário do Módulo BARO.

APLICAÇÕES
- Medição da pressão barométrica
- Compensação barométrica de medições de potencial mátrico
- Conversor digital/analógico para tensiômetros TEROS 31 e TEROS 32 com conexão direta.
- Adequado para registradores de dados não-METER para conexão com TEROS 31 e TEROS 32.
AVANTAGES
- O sensor digital comunica várias medições por meio de uma interface serial
- Vol de entrada baixatage requisitos
- O design de baixo consumo de energia é compatível com registradores de dados operados por bateria
- Os protocolos de comunicação serial SDI-12, Modbus RTU ou tensio LINK são suportados.
- Saída analógica suportada (apenas na versão de 8 pinos)
ESPECIFICAÇÃO
| ESPECIFICAÇÕES DE MEDIÇÃO | |
| Pressão barométrica | |
| Faixa | + 65 kPa a +105 kPa |
| Resolução | ± 0.0012 kPa |
| Precisão | ± 0.05 kPa |
| Temperatura | |
| Faixa | -30 a + 60°C |
| Resolução | ± 0.01 °C |
| Precisão | ± 0.5 °C |
| ESPECIFICAÇÕES DE COMUNICAÇÃO | |
| Saída | |
| Saída analógica (apenas conector de 8 pinos) 0 a 2,000 mV (padrão) 0 a 1,000 mV (configurável com tensão) VIEW) | |
| Saída digital: Protocolo de comunicação SDI-12, protocolo de comunicação Tensio LINK, protocolo de comunicação Modbus RTU | |
| Compatibilidade do Data Logger | |
| Saída analógica: Qualquer sistema de aquisição de dados capaz de excitação comutada de 3.6 a 28 VCC e tensão de terminação única ou diferencial.tage medição com resolução igual ou superior a 12 bits. | |
| Saída digital: Qualquer sistema de aquisição de dados capaz de excitação de 3.6 a 28 VCC e comunicação RS-485 Modbus ou SDI-12. | |
| ESPECIFICAÇÕES FÍSICAS | |
| Dimensões | |
| Comprimento | 80 mm (3.15 pol.) |
| Largura | 29 mm (1.14 pol.) |
| Altura | 30 mm (1.18 pol.) |
| Comprimento do cabo | |
| 1.5 m (padrão) NOTA: Entre em contato com o Suporte ao Cliente se precisar de um comprimento de cabo não padrão. | |
| Tipos de conectores | |
| Conector M12 de 4 e 8 pinos ou fios desencapados e estanhados. | |
| CONFORMIDADE | |
| EM ISO / IEC 17050: 2010 (marca CE) | |
CIRCUITO EQUIVALENTE E TIPOS DE CONEXÃO
Consulte a Figura 2 para conectar o Módulo BARO a um registrador de dados. A Figura 2 apresenta uma variante de baixa impedância da especificação SDI-12 recomendada.



GUIA DO INTEGRADOR DO MÓDULO BARO 



PRECAUÇÕES
Os sensores METER são construídos de acordo com os mais altos padrões, mas o uso indevido, proteção inadequada ou instalação inadequada podem danificar o sensor e possivelmente anular a garantia. Antes de integrar sensores em uma rede de sensores, siga as instruções de instalação recomendadas e implemente salvaguardas para proteger o sensor de interferências prejudiciais.
COMUNICAÇÕES DO SENSOR
Os sensores digitais METER possuem uma interface serial com sinais de recepção e transmissão compartilhados para comunicação das medições do sensor no fio de dados. O sensor suporta SDI-12, tensio LINK e Modbus sobre RS-485 de dois fios. O sensor detecta automaticamente a interface e o protocolo em uso. Cada protocolo possui vantagens de implementação.tage desafios. Entre em contato com o Suporte ao Cliente da METER se a escolha do protocolo para a aplicação desejada não for óbvia.
- SDI-12 INTRODUÇÃO
SDI-12 é um protocolo baseado em padrões para sensores de interface para registradores de dados e equipamentos de aquisição de dados. Vários sensores com endereços exclusivos podem compartilhar um barramento comum de 3 fios (alimentação, aterramento e dados). A comunicação bidirecional entre o sensor e o registrador é possível compartilhando a linha de dados para transmissão e recepção conforme definido pelo padrão. As medições do sensor são acionadas pelo comando do protocolo. O protocolo SDI-12 requer um endereço de sensor alfanumérico exclusivo para cada sensor no barramento, de modo que um registrador de dados possa enviar comandos e receber leituras de sensores específicos.
Baixe a Especificação SDI-12 v1.3 para saber mais sobre o protocolo SDI-12. - Introdução ao RS-485
RS-485 é uma conexão de barramento física robusta para conectar vários dispositivos a um único barramento. É capaz de utilizar cabos de longa distância em ambientes adversos. Ao contrário do SDI-12, o RS-485 utiliza dois fios dedicados para o sinal de dados. Isso permite o uso de cabos mais longos e é menos suscetível a interferências externas, já que o sinal é transmitido por fios diferentes e a corrente de alimentação não influencia o sinal de dados. Consulte a Wikipédia para obter mais detalhes sobre RS-485. - INTRODUÇÃO AO TENSIOLINK RS-485
O tensioLINK é um protocolo de comunicação serial proprietário, rápido e confiável, que utiliza a interface RS-485. Este protocolo é usado para ler dados e configurar as funcionalidades do dispositivo. A METER fornece um conversor USB para PC e o software tensioLINK para comunicação direta com o sensor, leitura de dados e atualização do firmware. Para mais informações sobre o tensioLINK, entre em contato com o Suporte ao Cliente. - MODBUS RTU RS-485 INTRODUÇÃO
Modbus RTU é um protocolo de comunicação serial comum usado por Controladores Lógicos Programáveis (CLPs) ou registradores de dados para se comunicarem com diversos dispositivos digitais. A comunicação funciona através da conexão física RS-485. A combinação do RS-485 para a conexão física e do Modbus como protocolo de comunicação serial permite a transferência de dados rápida e confiável para um grande número de sensores conectados a um único barramento serial. Para mais informações sobre Modbus, acesse: Wikipedia e modbus.org. - INTERFACE DO SENSOR COM UM COMPUTADOR
Os sinais e protocolos seriais suportados pelo sensor exigem algum tipo de hardware de interface compatível com a porta serial encontrada na maioria dos computadores (ou adaptadores USB para serial). Existem diversos modelos disponíveis.
Adaptadores de interface SDI-12 estão disponíveis no mercado; no entanto, a METER não testou nenhuma dessas interfaces e não pode recomendar quais adaptadores funcionam com os sensores da METER. Os registradores de dados da METER e o dispositivo portátil ZSC podem operar como uma interface computador-sensor para realizar medições de sensores sob demanda.
O módulo BARO também pode ser configurado e medido via tensioLINK usando o software METER.VIEWO software está disponível para download em meter.ly/software. Para conectar um módulo BARO a um computador, é necessário um conversor USB tensioLINK e um cabo adaptador adequado. - MEDIDOR SDI-12 IMPLEMENTAÇÃO
Se um módulo BARO estiver conectado entre um tensiômetro TEROS 31 ou 32, tanto a pressão barométrica quanto a pressão absoluta do tensiômetro TEROS podem ser lidas via Modbus. O potencial da matriz compensada também pode ser lido via Modbus.
Os sensores METER utilizam uma variante de baixa impedância do circuito de sensor padrão SDI-12 (Figura 2). Durante o tempo de inicialização, os sensores emitem algumas informações de diagnóstico e não devem ser contatados até que esse tempo seja totalmente concluído. Após a inicialização, os sensores são totalmente compatíveis com todos os comandos listados na especificação SDI-12 v1.3, exceto os comandos de medição contínua (aR0 – aR9 e aRC0 – aRC9). As implementações dos comandos M, R e C encontram-se nas páginas 8–9. Todos os sensores METER são configurados de fábrica com o endereço SDI-12 0. - CONSIDERAÇÕES DO BARRAMENTO DO SENSOR
Os barramentos de sensores SDI-12 exigem verificação regular, manutenção dos sensores e resolução de problemas. Se um sensor falhar, isso pode afetar todo o barramento, mesmo que os demais sensores estejam funcionando normalmente. Reiniciar o barramento SDI-12 quando um sensor apresenta falha é aceitável. Os sensores SDI-12 podem ser reiniciados e lidos no intervalo de medição desejado ou alimentados continuamente, com comandos enviados quando uma medição for necessária, com base no tempo de comunicação especificado. Muitos fatores influenciam a eficácia da configuração do barramento. Visite [link para o site]. metergroup. com para artigos e seminários virtuais contendo mais informações.
CONFIGURAÇÃO SDI-12
A Tabela 1 lista a configuração de comunicação SDI-12.
| Mesa 1 Configuração de comunicação SDI-12 | |
| Taxa de transmissão | 1,200 |
| Bits de início | 1 |
| Bits de dados | 7 (LSB primeiro) |
| Bits de paridade | 1 (par) |
| Parar Bits | 1 |
| Lógica | Invertido (baixo ativo) |
CRONOGRAMA SDI-12
Todos os comandos e respostas SDI-12 devem seguir o formato da Figura 9 na linha de dados. Tanto o comando quanto a resposta são precedidos por um endereço e terminados por uma combinação de retorno de carro e alimentação de linha ( ) e siga o cronograma mostrado na Figura 10.


COMANDOS COMUNS SDI-12
Esta seção inclui tabelas de comandos SDI-12 comuns que são freqüentemente usados em um sistema SDI-12 e as respostas correspondentes dos sensores METER.
COMANDO DE IDENTIFICAÇÃO (ai!)
O comando Identificação pode ser usado para obter uma variedade de informações detalhadas sobre o sensor conectado. Um examparquivo do comando e resposta é mostrado em Example 1, onde o comando está em negrito e a resposta segue o comando.
Example 1 1I!113METER␣ ␣ ␣BARO␣
|
Parâmetro |
Caráter Fixo Comprimento | Descrição |
| 1eu! | 3 | Comando do registrador de dados. Solicita ao sensor informações do endereço do sensor 1. |
| 1 | 1 | Endereço do sensor. Adicionado ao início de todas as respostas, indica qual sensor no barramento está retornando as informações subsequentes. |
| 13 | 2 | Indica que o sensor de destino oferece suporte à especificação SDI-12 v1.3. |
| MEDIDOR ␣ ␣ ␣ | 8 | String de identificação do fornecedor. (METER e três espaços ␣ ␣ ␣ para todos os sensores METER) |
| BARO␣ | 6 | String do modelo do sensor. Essa string é específica para o tipo de sensor. Para o BARO, a string é BARO. |
| 100 | 3 | Versão do sensor. Este número dividido por 100 representa a versão do sensor do medidor (ex.: 100 corresponde à versão 1.00). |
| BARO-00001 | ≤13, variável | Número de série do sensor. Este é um campo de comprimento variável. Pode ser omitido para sensores mais antigos. |
COMANDO DE MUDANÇA DE ENDEREÇO (aAB!)
O comando Alterar Endereço é usado para alterar o endereço do sensor para um novo endereço. Todos os outros comandos aceitam caracteres curinga como endereço de destino do sensor, exceto este comando. Todos os sensores METER têm um endereço padrão de fábrica igual a 0 (zero). Os endereços suportados são alfanuméricos (ou seja, A – Z e 0 – 9). Um exemploampA saída de um sensor METER é mostrada no Example 2, onde o comando está em negrito e a resposta segue o comando.
Example 2 1A0! 0
|
Parâmetro |
Caráter Fixo Comprimento | Descrição |
| 1A0! | 4 | Comando do registrador de dados. Solicita ao sensor que altere seu endereço de 1 para um novo endereço de 0. |
| 0 | 1 | Novo endereço do sensor. Para todos os comandos subsequentes, este novo endereço será usado pelo sensor de destino. |
IMPLEMENTAÇÃO DE COMANDO
As tabelas a seguir listam os comandos de Medição ( M ), Contínuo ( R ) e Concorrente ( C ) relevantes e os comandos de Dados ( D ) subsequentes, quando necessário.
IMPLEMENTAÇÃO DOS COMANDOS DE MEDIÇÃO
Os comandos de Medição (M) são enviados a um único sensor no barramento SDI-12 e exigem que comandos de Dados (D) subsequentes sejam enviados a esse sensor para recuperar os dados de saída do sensor antes de iniciar a comunicação com outro sensor no barramento. Consulte a Tabela 2 para obter uma explicação da sequência de comandos e a Tabela 5 para obter uma explicação dos parâmetros de resposta.
Tabela 2 da manhã! sequência de comando
| Comando | Resposta |
| Este comando reporta valores médios, acumulados ou máximos. | |
| sou! | atenção |
| aD0! | a ± ± + |
| Comentários | Quando um tensiômetro TEROS escravo é conectado, Armazene a saída do tensiômetro com compensação barométrica. Se o módulo BARO for usado de forma independente. Retorna a pressão barométrica atual. |
| NOTA: Os comandos de medição e de dados correspondentes devem ser usados em sequência. Após um comando de medição ser processado pelo sensor, uma solicitação de serviço é enviada. é enviado pelo sensor sinalizando que a medição está pronta. Aguarde alguns segundos ou aguarde o recebimento da solicitação de serviço antes de enviar os comandos de dados. Consulte as Especificações SDI-12 v1.3. | |
NOTA: Os comandos de medição e de dados correspondentes devem ser usados em sequência. Após um comando de medição ser processado pelo sensor, uma solicitação de serviço é enviada. O sensor envia um sinal indicando que a medição está pronta. Aguarde até que ttt segundos tenham se passado ou aguarde o recebimento da solicitação de serviço antes de enviar os comandos de dados. Consulte o documento de Especificações SDI-12 v1.3 para obter mais informações.
IMPLEMENTAÇÃO DOS COMANDOS DE MEDIÇÃO CONCORRENTE
Os comandos de Medição Concorrente (C) são normalmente usados com sensores conectados a um barramento. Os comandos C para este sensor diferem da implementação padrão dos comandos C. Primeiro, o comando C é enviado, aguarda-se o tempo especificado na resposta do comando C e, em seguida, utilizam-se comandos D para ler a resposta antes de se comunicar com outro sensor.
Consulte a Tabela 3 para obter uma explicação da sequência de comandos e a Tabela 5 para obter uma explicação dos parâmetros de resposta.
| Tabela 3 Sequência de comandos de medição aC! | |
| Comando | Resposta |
| Este comando relata valores instantâneos. | |
| aC! | atenção |
| aD0! | a ± ± + |
| NOTA: Os comandos de medição e de dados correspondentes devem ser usados em sequência. Após um comando de medição ser processado pelo sensor, uma solicitação de serviço é enviada. O sensor envia um sinal indicando que a medição está pronta. Aguarde até que ttt segundos tenham se passado ou aguarde o recebimento da solicitação de serviço antes de enviar os comandos de dados. Consulte o documento de Especificações SDI-12 v1.3 para obter mais informações. | |
NOTA: Os comandos de medição e de dados correspondentes devem ser usados em sequência. Após um comando de medição ser processado pelo sensor, uma solicitação de serviço é enviada. O sensor envia um sinal indicando que a medição está pronta. Aguarde até que ttt segundos tenham se passado ou aguarde o recebimento da solicitação de serviço antes de enviar os comandos de dados. Consulte o documento de Especificações SDI-12 v1.3 para obter mais informações.
IMPLEMENTAÇÃO DOS COMANDOS DE MEDIÇÃO CONTÍNUA
Os comandos de Medição Contínua (R) disparam uma medição do sensor e retornam os dados automaticamente após a conclusão das leituras, sem a necessidade de enviar um comando D. O comando aR0! retorna mais caracteres em sua resposta do que o limite de 75 caracteres especificado na especificação SDI-12 v1.3. Recomenda-se o uso de um buffer que possa armazenar pelo menos 116 caracteres.
Consulte a Tabela 4 para obter uma explicação da sequência de comandos e a Tabela 5 para obter uma explicação dos parâmetros de resposta.
| Tabela 4 Sequência de comandos de medição aR0! | |
| Comando | Resposta |
| Este comando reporta valores médios, acumulados ou máximos. | |
| aR0! | a ± ± + |
| NOTA: Este comando não segue o padrão de temporização SDI-12. Consulte a seção Implementação SDI-12 do METER para obter mais informações. | |
NOTA: Este comando não segue o padrão de temporização SDI-12. Consulte a seção Implementação SDI-12 do METER para obter mais informações.
PARÂMETROS
A Tabela 5 lista os parâmetros, a unidade de medida e uma descrição dos parâmetros retornados nas respostas de comando para o Módulo BARO.
| Mesa 5 Descrições de Parâmetros | ||
| Parâmetro | Unidade | Descrição |
| ± | — | Sinal positivo ou negativo denotando o sinal do próximo valor |
| a | — | Endereço SDI-12 |
| n | — | Número de medidas (largura fixa de 1) |
| nn | — | Número de medições com zero à esquerda, se necessário (largura fixa de 2) |
| tttt | s | A medição de tempo máximo levará (largura fixa de 3) |
| — | Caractere de tabulação | |
| — | Carriage Return Character | |
| — | Caractere de alimentação de linha | |
| — | Caractere ASCII que denota o tipo de sensor. Para o módulo BARO, o caractere é ; | |
| — | METER soma de verificação serial | |
| — | MEDIDOR CRC de 6 bits |
IMPLEMENTAÇÃO SERIAL MODBUS RTU DE MEDIDOR
O Modbus sobre linha serial é especificado em duas versões: ASCII e RTU. Os módulos BARO comunicam-se exclusivamente em modo RTU. A explicação a seguir refere-se sempre ao modo RTU. A Tabela 6 lista a comunicação e a configuração do Modbus RTU.
| Mesa 6 caracteres de comunicação Modbus | |
| Taxa Baud (bps) | 9,600 bps |
| Bits de início | 1 |
| Bits de dados | 8 (LSB primeiro) |
| Bits de paridade | 0 (nenhum) |
| Parar Bits | 1 |
| Lógica | Padrão (ativo alto) |
A Figura 11 mostra uma mensagem no formato RTU. O tamanho dos dados determina o comprimento da mensagem. O formato de cada byte na mensagem possui 10 bits, incluindo os bits de início e parada. Cada byte é enviado da esquerda para a direita: do bit menos significativo (LSB) para o bit mais significativo (MBS). Se não houver paridade, um bit de parada adicional é transmitido para completar o quadro de caracteres, formando um caractere assíncrono de 11 bits.
A camada de aplicação Modbus implementa um conjunto de códigos de função padrão divididos em três categorias: Públicas, Definidas pelo Usuário e Reservadas. Os códigos de função públicos bem definidos para os Módulos BARO estão documentados na comunidade da Modbus Organization, Inc. (modbus.org).
Para uma interação confiável entre o Módulo BARO e um Mestre Modbus, é necessário um atraso mínimo de 50 ms entre cada comando Modbus enviado no barramento RS-485. Um tempo limite adicional é necessário para cada consulta Modbus; esse tempo limite é específico do dispositivo e depende da quantidade de registros consultados. Geralmente, 100 ms funcionam bem para a maioria dos Módulos BARO.
FUNÇÕES MODBUS SUPORTADAS
Tabela 7 Definições de funções
| Função Código | Ação | Descrição |
| 01 | Leia o estado da bobina/porta | Lê o estado ligado/desligado de uma ou mais saídas discretas no ModBusSlave. |
| 02 | Ler o status de entrada | Lê o estado ligado/desligado de entradas discretas no ModBusSlave. |
| 03 | Leia registros de espera | Lê o conteúdo binário dos registradores de retenção no ModBusSlave. |
| 04 | Ler registros de entrada | Lê o conteúdo binário do(s) registrador(es) de entrada no ModBusSlave. |
| 05 | Bobina única Force/porta | Força a ativação ou desativação de uma única bobina/porta no ModBusSlave. |
| 06 | Gravar registro único | Escreve um valor em um registrador de retenção no ModBusSlave. |
| 15 | Forçar múltiplas bobinas/portas | Força a ativação ou desativação de várias bobinas/portas no ModBusSlave. |
| 16 | Escreva vários registradores | Escreve valores em uma série de registradores de retenção no ModBusSlave. |
REPRESENTAÇÃO DE DADOS E TABELAS DE REGISTRO
Os valores de dados (valores de referência, parâmetros, valores de medição específicos do sensor, etc.) enviados para e recebidos pelo Módulo BARO utilizam registradores de retenção (ou entrada) de 16 e 32 bits com notação de endereço de 4 dígitos. Os espaços de endereço são distribuídos virtualmente em blocos diferentes para cada tipo de dado. Essa abordagem é semelhante à implementação do Modbus Enron. A Tabela 8 mostra as quatro tabelas principais utilizadas pelo Módulo BARO com seus respectivos direitos de acesso. A Tabela 9 descreve os sub-blocos para cada representação de tipo de dado.
Observe que alguns registradores de dados Modbus utilizam endereçamento com um deslocamento de +1. Isso às vezes causa confusão e se baseia em uma falha na especificação Modbus. Se houver problemas na implementação do seu programa Modbus no registrador de dados, sempre tente testar diferentes deslocamentos de registro e tipos de dados. Usar um valor conhecido, como a temperatura, onde se sabe qual valor esperar, é uma boa prática para começar os testes.
| Tabela 8 Tabelas Primárias Modbus | |||
| Número de registro | Tipo de tabela | Acesso | Descrição |
| 1xxx | Bobinas de Saída Discreta | Ler/Escrever | Indicadores de estado ligado/desligado ou de configuração para o sensor |
| 2xxx | Contatos de entrada discreta | Ler | indicadores de status do sensor |
| 3xxx | Registros de entrada analógica | Ler | variáveis de entrada numéricas do sensor (medições reais do sensor) |
| 4xxx | Registros de retenção de saída analógica | Ler/Escrever | variáveis de saída numérica para o sensor (parâmetros, valores de referência, calibrações, etc.) |
Por exemploampPor exemplo, o registrador 3001 é o primeiro registrador de entrada analógica (primeiro endereço de dados para os registradores de entrada). O valor numérico armazenado aqui seria uma variável inteira sem sinal de 16 bits que representa o primeiro parâmetro de medição do sensor (valor de pressão). O mesmo parâmetro de medição (valor de pressão) poderia ser lido no registrador 3201, mas desta vez como um valor de ponto flutuante de 32 bits no formato Big-Endian. Se o mestre Modbus (registrador de dados ou um CLP) suportar apenas valores de ponto flutuante de 32 bits no formato Little-Endian, então seria possível ler o mesmo parâmetro de medição (mesmo valor de pressão) no registrador 3301. Os sub-blocos virtuais têm como objetivo simplificar o trabalho do usuário na programação da consulta Modbus dos sensores.
| Mesa 9 Sub-blocos virtuais Modbus | |||
| Número de registro | Acesso | Tamanho | Sub-tabela Dados Tipo |
| X001-X099 | Ler/Escrever | 16 bits | inteiro assinado |
| X101-X199 | Ler/Escrever | 16 bits | inteiro sem sinal |
| X201-X299 | Ler/Escrever | 32 bits | formato float Big-Endian |
| X301-X399 | Ler/Escrever | 32 bits | formato float Little-Endian |
MAPEAMENTO DE REGISTRO
| Mesa 10 Registros de retenção | |
| 41000 (41001*) | Endereço Modbus Slave |
| Descrição detalhada | Leia ou atualize o endereço Modbus do sensor. |
| Tipo de dados | Inteiro não assinado |
| Intervalo permitido | 1 – 247 |
| Unidade | – |
| Comentários | O endereço escravo atualizado será armazenado na memória não volátil do sensor. |
| Mesa 11 Registros de entrada do módulo BARO | |
| 32000 (32001*) | Potencial Hídrico do Solo |
| Descrição detalhada | Valor de tensão compensada do tensiômetro |
| Tipo de dados | 32 bits ponto flutuante Big-Endian |
| Intervalo permitido | -200 a +200 |
| Unidade | KPa |
| Comentários | O tensiômetro precisa ser conectado como escravo. |
| 32001 (32002*) | Temperatura do solo |
| Descrição detalhada | Medição de temperatura de bordo de alta precisão |
| Tipo de dados | 32 bits ponto flutuante Big-Endian |
| Intervalo permitido | -30 a +60 |
| Unidade | graus Celsius |
| Comentários | O tensiômetro precisa ser conectado como escravo. |
| 32002 (32003*) | Volume de fornecimento do sensortage |
| Descrição detalhada | Volume de suprimento de bordotage medição |
| Tipo de dados | 32 bits ponto flutuante Big-Endian |
| Intervalo permitido | -10 a +60 |
| Unidade | Volts |
| Comentários | – |
| 32003 (32004*) | BARO Status |
| Descrição detalhada | Estado binário |
| Tipo de dados | 32 bits ponto flutuante Big-Endian |
| Intervalo permitido | 0/1 |
| Unidade | – |
| Comentários | – |
| 32004 (32005*) | Pressão de referência BARO |
| Descrição detalhada | Medição de pressão barométrica de alta precisão a bordo |
| Tipo de dados | 32 bits ponto flutuante Big-Endian |
| Intervalo permitido | +70 a +120 |
| Unidade | KPa |
| Comentários | – |
| Tabela 11 Registros de entrada do módulo barométrico (continuação) | |
| 32005 (32006*) | Tensiômetro Pressão |
| Descrição detalhada | Valor absoluto da pressão obtido pelo tensiômetro |
| Tipo de dados | 32 bits ponto flutuante Big-Endian |
| Intervalo permitido | -200 a +200 |
| Unidade | KPa |
| Comentários | O tensiômetro precisa ser conectado como escravo. |
| 32006 (32007*) | BARO Temperatura |
| Descrição detalhada | Medição de temperatura a bordo |
| Tipo de dados | 32 bits ponto flutuante Big-Endian |
| Intervalo permitido | -30 a +60 |
| Unidade | graus Celsius |
| Comentários | – |
*Alguns dispositivos reportam endereços de registro Modbus com um deslocamento de +1. Isso é verdade para C.ampRegistradores Bell Scientific e registradores Dataker. Para ler o registro desejado, use o número entre parênteses.
EXAMPLE USANDO UM DATALOGGER CR6 E MODBUS RTU
O CampO registrador de dados CR6 da bell Scientific, Inc. para medição e controle suporta comunicação Modbus mestre e Modbus escravo para integração em redes SCADA Modbus. O protocolo de comunicação Modbus facilita a troca de informações e dados entre um computador/software HMI, instrumentos (RTUs) e sensores compatíveis com Modbus. O registrador de dados CR6 comunica-se exclusivamente no modo RTU. Em uma rede Modbus, cada dispositivo escravo possui um endereço único. Portanto, os sensores devem ser configurados corretamente antes de se conectarem a uma rede Modbus. Os endereços variam de 1 a 247. O endereço 0 é reservado para transmissões universais.
PROGRAMAÇÃO DE UM DATALOGGER CR6
Os programas que rodam nos registradores CR6 (e CR1000) são escritos em CRBasic, uma linguagem desenvolvida por C.ampbell Scientific. É uma linguagem de alto nível projetada para fornecer um método fácil, porém extremamente flexível e poderoso, de instruir o registrador de dados sobre como e quando realizar medições, processar dados e se comunicar. Os programas podem ser criados usando o software ShortCut ou editados usando o editor CRBasic, ambos disponíveis para download como aplicativos independentes no repositório oficial do C++.ampsino científico weblocal (www.campbellsci. com). ShortCut Software (https://www.campbellsci.com/shortcut) Editor CRBasic (https://www.campbellsci.com/crbasiceditor)
Um programa típico em CRBasic para uma aplicação Modbus consiste no seguinte:
- Declarações de variáveis e constantes (públicas ou privadas)
- Declarações de unidades
- Parâmetros de configuração
- Declarações de tabelas de dados
- Inicializações do Logger
- Varredura (Loop Principal) com todos os sensores necessários.
- Chamada de função para as tabelas de dados
Interface de conexão RS-485 para registrador CR6
O terminal universal (U) do CR6 oferece 12 canais que se conectam a praticamente qualquer tipo de sensor. Isso permite que o CR6 seja compatível com mais aplicações e elimina a necessidade de muitos periféricos externos.
A conexão Modbus CR6 mostrada na Figura 12 utiliza a interface RS-485 (A/B) montada nos terminais (C1-C2) e (C3-C4). Essas interfaces podem operar em modo Half-Duplex e Full-Duplex. A interface serial do Módulo BARO utilizada para este exemploample está conectado aos terminais (C1-C2).
Diagrama de fiação do módulo BARO para registrador de dados CR6
Após atribuir um endereço Modbus Slave exclusivo ao módulo BARO, ele pode ser conectado ao registrador CR6 conforme a Figura 12. Certifique-se de conectar os fios branco e preto de acordo com seus respectivos sinais às portas C1 e C2 — o fio marrom a 12V (V+) e o azul a G (GND). Para controlar a alimentação por meio do seu programa, conecte o fio marrom diretamente a um dos terminais SW12 (saídas de 12V comutadas).
EXAMPPROGRAMAS LE

SUPORTE AO CLIENTE
AMÉRICA DO NORTE
Os representantes de atendimento ao cliente estão disponíveis para dúvidas, problemas ou feedback de segunda a sexta, das 7h às 00h, horário do Pacífico.
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- Nome
- Endereço
- Número de telefone
- Endereço de email
- Número de série do instrumento
Descrição do problema
OBSERVAÇÃO: Para produtos adquiridos por meio de um distribuidor, entre em contato diretamente com o distribuidor para obter assistência.
HISTÓRICO DE REVISÕES
A tabela a seguir lista as revisões do documento.
| Revisão | Data | Firmware compatível | Descrição |
| 00 | 6.2025 | 1.10 | Lançamento inicial |
Perguntas frequentes
O que devo fazer se precisar de um cabo com comprimento não padrão?
Para obter ajuda com cabos de comprimento não padrão, entre em contato com o Suporte ao Cliente.
Como posso saber qual protocolo de comunicação usar para minha aplicação?
Avalie as vantagenstagOs requisitos e desafios de cada protocolo dependem das necessidades da sua aplicação. Em caso de dúvida, entre em contato com o Suporte ao Cliente da METER para obter orientações.
Documentos / Recursos
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